top of page

O Amarelo Floresce – Tattoo, botânica e o plexo solar

Gabriela Dássio

[English bellow] Ainda ouço muito que o amarelo não funciona na pele. Dizem que desbota, que some, que não vale a pena.

Mas a verdade é que ele floresce, sim. Quando bem tatuado e bem cuidado, o amarelo se firma como luz plantada — delicada, vibrante, simbólica.

Este é um manifesto suave ao amarelo. Essa cor que não chega impondo. Chega iluminando.


O amarelo na pele — Tatuagens com intenção


O amarelo carrega um poder sutil. Não é a cor do impacto imediato, mas do brilho que permanece. É o tom da ternura com força, da leveza com raiz.

Já tatuei girassóis que seguem o sol, tulipas que se curvam com elegância, orquídeas que desafiam a ideia de fragilidade, araras douradas em pleno voo, limões prontos pra curar, e até um alecrim dourado que parece cantar na pele.

Todas essas cores — variações da luz —me mostraram que o amarelo é possível, é bonito, é verdadeiro.





Na botânica – o amarelo como sorriso das flores

Na natureza, o amarelo é um sinal. É a flor chamando o beija-flor, o fruto dizendo “estou pronto”, a folha dourando antes de partir.

É presença. É ponto de virada. É a planta no seu momento mais claro.

Quando tatuamos amarelo inspirado em flores, estamos repetindo esse gesto natural: nos tornando visíveis para o que nos alimenta, deixando ir embora o que não nos serve mais.


Psicologia do amarelo — A cor que aquece por dentro

Na psicologia das cores, o amarelo está ligado à alegria suave, à criatividade,ao despertar da mente, à expansão sem agressividade.

É a cor das ideias novas, do pensamento lúcido, do riso que nasce de dentro.

É uma cor que tira a gente da inércia com carinho. Ela não empurra — ela convida.


Plexo solar — O sol que mora em nós

Na linguagem dos chakras, o plexo solar é o centro da vontade, da autoestima, da ação consciente.

Ele vibra em amarelo. Ele vive entre o coração e o umbigo — o espaço entre sentir e agir.

Tatuar em amarelo é também um gesto simbólico: um chamado pra ocupar esse centro com mais presença.

É coragem silenciosa. É brilho interno que escapa pela pele.


Te convido à abrir espaço para a luz

Este post é uma homenagem ao amarelo. Às flores que nascem com ele. Às peles que o recebem com coragem. A tudo aquilo que um dia disseram que não ia durar, e mesmo assim… floresceu.

Que a gente siga tatuando nossos corpos com luz. 🌼💛✨


Gabriela Dássio



 

Yellow Blooms – Tattoo, Botany & the Solar Plexus


I still hear it often: that yellow doesn’t work well on the skin. They say it fades, it disappears, it’s not worth it. But the truth is — it blooms.

When tattooed with care and intention, yellow settles in like planted light—delicate, vibrant, symbolic. This is a gentle manifesto for yellow, a color that doesn’t impose. It arrives… and illuminates.


Yellow on skin — Tattoos with intention

Yellow holds a subtle kind of power. It’s not the color of instant impact — it’s the color of a glow that stays. A tenderness with strength. A softness with roots.

I’ve tattooed sunflowers that follow the sun, tulips that bow with elegance, orchids that challenge fragility, golden macaws mid-flight, lemons ready to heal, and even a golden sprig of rosemary that feels like it sings on the skin.

All these shades — variations of light — have shown me that yellow is possible, beautiful, and true.




In botany – Yellow as the flower’s smile

In nature, yellow is a sign. It’s the flower calling to the hummingbird, the fruit saying “I’m ready”, the leaf turning gold before it lets go.

It’s presence. It’s transition. It’s the plant in its most luminous moment.

When we tattoo yellow inspired by flowers, we’re repeating a natural gesture: becoming visible to what nourishes us, and releasing what no longer serves.


The psychology of yellow — The color that warms from within

In color psychology, yellow is linked to gentle joy, creativity, mental clarity, and expansion without pressure.

It’s the color of new ideas, of lucid thinking, of laughter that rises from deep inside.

It doesn’t push — it invites. It coaxes us out of inertia with kindness.


Solar plexus — The sun that lives in us

In the language of chakras, the solar plexus is the center of willpower, self-worth, and conscious action.

It glows yellow. It lives between the heart and the navel — the space between feeling and doing.

Tattooing in yellow can also be a symbolic act : a call to inhabit this center with more presence.

It’s quiet courage. An inner light that spills onto the skin.


An invitation to open space for the light

This post is a tribute to yellow. To the flowers that bloom in it. To the skin that welcomes it with courage. To everything that once was told it wouldn’t last —and yet… bloomed.

May we keep tattooing our bodies with light. 🌼💛✨


Gabriela Dássio




コメント


コメント機能がオフになっています。
Gabriela Dássio – Tatuadora brasileira inspirada pela natureza, especialista em tatuagens botânicas delicadas. Vila Olímpia, São Paulo, SP – Brazil.
caracol news.png
bottom of page